Minhas Compras
Você adicionou a sua lista de compras. O que deseja fazer agora?
Continuar Comprando! Fechar Compra!

Notícias

Informe-se com as notícias mais atuais

COMITÊ REALIZA INSPEÇÃO TÉCNICA EM DEPÓSITO DE ESCÓRIA EM VOLTA REDONDA Local pertence à CSN e é administrado pela Harsco.

Preocupação dos órgãos é pela proximidade das montanhas de escória com o Rio Paraíba do Sul.

COMITÊ REALIZA INSPEÇÃO TÉCNICA EM DEPÓSITO DE ESCÓRIA EM VOLTA REDONDA Local pertence à CSN e é administrado pela Harsco.

O Comitê Permanente de Governança de Águas do Estado do Rio de Janeiro realizou nesta quarta-feira (11) uma inspeção técnica no depósito de escória da Companhia Siderúrgica Nacional em Volta Redonda.  O depósito fica no bairro Brasilândia, às margens do Rio Paraíba do Sul.

Representantes do Conselho Regional de Engenharia (Crea), da Defensoria Pública, OAB, comitês de bacias, ONGs e até moradores do bairro estiveram no local durante a vistoria. No entanto, só puderam entrar no depósito os representantes do Crea, órgão que solicitou a vistoria técnica.

"A vistoria foi para verificar os indícios de problemas ambientais, se as medidas efetivas de controle estão sendo implantadas, se há realmente os riscos dessa grande perda de resíduos estar muito próxima ao rio, visto que o Rio Paraíba do Sul é o principal manancial do estado do Rio de Janeiro" explicou Adacto Ottoni, que é membro da Comissão de Meio Ambiente do Crea.

A preocupação dos órgãos é pela proximidade das montanhas de escória com o Rio Paraíba do Sul, que abastece 10 milhões de pessoas. A área é alvo de uma ação civil movida desde 2018 pelo Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) em parceria com a Procuradoria Geral da República.

A última decisão do processo é de fevereiro deste ano. O Superior Tribunal de Justiça revogou o efeito suspensivo conquistado na segunda instância pela Harsco — empresa responsável pelo depósito — e com isso, os montes de escória não podem mais ultrapassar os quatro metros de altura. Outra determinação é que a quantidade de material que chega não pode ser maior que a quantidade que sai.

Durante a visita, que durou quase três horas, os engenheiros observaram diferentes pontos da área. O mais preocupante, segundo a equipe, é o controle da água que corre para um afluente do Rio Paraíba do Sul.

O Crea vai aguardar o envio de informações da empresa que opera o depósito para que um relatório seja emitido.

Em nota, a Harsco informou que a atividade de beneficiamento realizada pela empresa sempre teve suas atividades devidamente licenciadas e acompanhadas pelas autoridades ambientais e que cumpre com todas determinações feitas pelos órgãos competentes .

A empresa disse ainda que vem concentrando esforços em alternativas viáveis para endereçar a situação juntamente com a CSN.


Fale com seus clientes!

Fale com seus clientes de forma que eles te ouçam. Anuncie conosco!

TOP
Ouvir Rádio