Minhas Compras
Você adicionou a sua lista de compras. O que deseja fazer agora?
Continuar Comprando! Fechar Compra!

Notícias

Informe-se com as notícias mais atuais

FUNCIONÁRIOS DA ADIDAS QUEREM INVESTIGAÇÃO NO RH POR QUESTÕES RACIAIS

Funcionários querem investigação na Adidas: alvo seria falta de atenção da chefe de RH com o racismo na empresa

FUNCIONÁRIOS DA ADIDAS QUEREM INVESTIGAÇÃO NO RH POR QUESTÕES RACIAIS

Um grupo de funcionários da Adidas no mundo todo está pedindo à empresa que investigue sua diretora de recursos humanos por racismo. A solicitação é parte de um esforço mais amplo para pressionar a empresa a tomar medidas adicionais no tratamento da desigualdade racial em seus níveis de hierarquia.
 
Uma carta enviada a três executivos da Adidas no dia 15 de junho pede ao Conselho Fiscal da empresa que verifique se Karen Parkin, chefe de RH da Adidas, lidou com questões raciais dentro da empresa de forma correta.
 
A carta foi assinada por 83 funcionários de cinco filiais da empresa – na Alemanha, Estados Unidos, Austrália e no Panamá. A gigante do setor de vestuário esportivo conta com cerca de 60 mil funcionários em todo o mundo.
 
A carta também pede a criação de uma plataforma anônima na qual os funcionários possam denunciar casos de racismo e discriminação e obter proteção contra retaliações.
 
"Nossos funcionários levantaram suas vozes com coragem para pessoas em posições de poder; eles expressaram o fato de que não representamos as comunidades com as quais lucramos e nos falta liderança, processos e metas que nos permitam chegar lá," diz a carta.
 
A carta também pede ao Conselho Fiscal da empresa que "investigue se a abordagem e postura por parte da diretora de recursos humanos são adequadas para enfrentar esse problema dentro da Adidas".
 
Ainda acrescenta que os funcionários acreditam que "é importante que nossa abordagem para enfrentar essas questões seja moldada a partir das nossas lideranças do alto escalão, especialmente em RH, cujo objetivo é a saúde e o desempenho da organização".
 
A Adidas, que também é dona da Reebok, afirmou em um comunicado que "rejeita todas as declarações" feitas na carta dos funcionários. A empresa disse na semana passada que tem uma política de tolerância zero para a retaliação e que designou um investigador terceirizado para garantir que essa política seja mantida.


Fale com seus clientes!

Fale com seus clientes de forma que eles te ouçam. Anuncie conosco!

TOP
Ouvir Rádio